segunda-feira, 23 de março de 2009

Faz algum tempinho que eu não venho postar aqui, né. Sei lá, pode ser a falta de inspiração, a falta do que falar (se bem que eu até teria o que falar, mas cansei de girar no mesmo eixo), ou quem sabe uma preguiça eterna de existir. Oh god tantas coisas acontecendo comigo, com as pessoas a minha volta e eu aqui, sendo uma confortável "vítima da ocasião". Quando ela fizer o ladrão, por favor me avisem. Ainda tô esperando.
Na verdade eu devia mesmo era criar vergonha na cara e fazer meus trabalhos, minhas notas sim vão me levar pra algum lugar e não um sentimentozinho qualquer (eu acho rs). Pra variar to naqueles momentos de revolta, buscando mudanças, porém, ainda sentado na calçada vendo o tempo passar. Tudo tão poético quanto meu sanduíche de frango. Enfim. Vou voltar ao que me deposita dinheiro na conta todos os meses e mantém minhas noites alegres. Por falar em noites alegres, bom, estou preferindo não comentar a última. Detalhes, de-ta-lhes.

domingo, 8 de março de 2009

de verdades e mentiras

Ontem passei por uma experiência incrível. Foi um dia - noite - intenso.
As tardes de sábado são sempre ótimas na companhia da Cereja. Nada melhor, realmente. É o momento de ser você mesmo que seja estranho. E cara, isso é pãrféqti!
Daí, a noite foi no nosso Porão. Nosso, sim, quem frequenta entende o pertencimento do lugar. Tem um astralham (narcisa) que nenhum outro lugar tu encontra. Não troco por nenhum outro, certamente. Mas confesso que aquelas pessoas estranhas-bizarras-toscas que erraram o caminho da pagodeira/funk podem não voltar mais, por favor. Enfim, supera-se.

Mas o sentido do post é: Eu conheci a Carol Teixeira.
Sim, cara, eu ainda to besta. EU conheci a Carol. Sabe quando tu idealiza uma pessoa, tu endeusa uma pessoa, deixa ela no pedestal e pensa: "nossa, eu podia tanto conhecer ela, mas deve ser impossível." Mas aconteceeeeeu. Cara, acho que se eu conhecesse o Caio Fernando Abreu, sentiria exatamente a mesma coisa. Nham.
Ela é linda, simpática, querida, as tatuagens dela pessoalmente são mais lindas ainda. O marido dela (Fredi Chernobyl) é um querido também. Mas voltando a ela. Espero que não tenha saido pensando que eu sou um doido. Não que eu não seja, mas né, a gente tenta disfarçar!
Fui obrigado a contar a ela que levo Verdades e Mentiras comigo sempre aonde eu vou. Junto com as minhas verdades e as minhas mentiras. Muito do que está escrito e descrito ali é o que eu penso, o que eu vivo, e também acredito que as pessoas deveriam viver no modo shuffle - eu vivo, pelo menos.

Oh god. Eu conheci Carol Teixeira.