sábado, 25 de outubro de 2008

That's not my name.

Eu acho que a Amy Winehouse me entenderia. Não pelas drogas ou bebedeiras, afinal, eu não bebo e não me drogo. Careta mode on. Algumas exceções sempre existem, mas isso não é assunto pra esse post, talvez em outro.
Voltando. Ela me entenderia naqueles momentos de 'you go back to her and i go back to us' podemos trocar alguns pronomes, mas o sentido fica o mesmo. Acho que eu entendo os meus autores favoritos e cantoras favoritas e poetas favoritos nesses momentos, quando parece que o mundo pára e ouço recitarem seus mais preciosos versos. Horas e horas tomando fôlego, pensando, planejando e no fim algumas verdades vêm a tona. Mas pelo menos ela aparecem e ninguém é enganado. Sabe, gosto quando me falam a verdade por mais dor que ela possa trazer. A expectativa leva à decepção, como eu sempre digo. Vou tentar não planjar, não querer, não esperar. Vamos ver quais mais surpresas a vida tem pra nos apresentar!!

Mas analisando os fatos eu gosto dos resultados que algumas verdades nos causam. A cena que deu seqüencia aos acontecimentos foi algo. Imaginem: Paredão da Colcci, Rafael sentado na cadeira escorada na parede, com os pés pra cima e pensando na vida. Nisso chega um ex-colega de serviço, o que me garante algumas horas de conversa, assuntos dos mais filosóficos e ao menos uma companhia enquanto minha amiga acasalava com o seu bofe. Acabei a noite sozinho e me acabando horrores. =) Foi divertido e já tô preparado pra de hoje. Eu quero e preciso de mais!
Ah, aprendam: quando eu apresentar vocês para alguém e vocês formarem casalzinho, hum, bem, preparem-se pro irmão pentelho entrar em ação (6). Eu sou ótimo :D

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Lady Murphy

Cara, eu odeio tanto atendentes de telemarketing. A-mav-a-os antes quando podia ouvir aqueles deliciosos gerúndios colocados em lugares totalmente inusitados e que davam todo tesão pra ligação. Mas agora nem isso mais, então coloca alí uma hiiiiiper ênfase no 'muito'. É 'muito' com capslook, itálico e na potência 3.
Imaginem a cena: Vocês estão felizes dormindo às 09h da manhã e o telefone toca. E não é nem o celular que tu pode apenas com um click fazer parar de tocar. É o residencial. Cacete. Ok. Finge que não tá ouvindo. Continua fingindo. Isso. Já vai parar. PORRA NÃO PAROU. Aí tu levanta, corre do quarto até a sala pra atender pensando 'será que é do SBT e eu ganhei R$50,00, afinal, eles também são meus fãs' e atende numa mistura de raiva, tontura e pigarro. A voz ainda não acordou, tá mais grave que a do Cid Moreira, mas ok, no último dos casos pode ser a mãe e poderei fazer um charminho e uma manha por ter me acordado. Mas não. É o maldito telemarketing. Eu simplesmente, ao ver do que se trata, arremeço o telefone devolta pra base e corro pra cama pra fingir que nada aconteceu e dormir mais um pouco, afinal, o celular só vai despertar às 09h30min mesmo.
Tudo bem, tudo lindo, até que o celular do meu irmão toca. Eu pensei: NÃO! pensei de novo, de novo e de novo. Atendi. Era pro meu pai (oi, meu pai usa o celular do meu irmão e o dele sim) e eu carinhosamente digo 'liga pro celular dele que ele tá trabalhando ok. tchau'. Corro pra cama novamente com a doce ilusão de que conseguirei aproveitar os 20 minutos que ainda me restam. Começo a pensar, rolar pela cama, até falando sozinho eu to (oiq?). Mas adivinhem. Tocou o telefone DE NOVO! É muita sorte pra uma pessoa só, pensei comigo. E nesse momento eu incluo na minha lista de ódios, pessoas que ligam de bancos. Não, eu não quero cartão, não quero cheque especial, não quero tua irmã vestida de melancia na minha sacada. Vásefude. Mas como sou educado, delicadamente disse que eu estava do-r-mind-o e aviso que vou desligar, beijosbrasil. Desligo o telefone e corro pra cama de novo. Me restavam 2 minutos. Do-is. Nada mais. Nesse momento eu me dei conta de que não era mais pra ficar deitado. Uma vez pode ser um sinal, duas pode ser um reforço, mas três já é chute no saco. Quase fiz a Olivia Newton-Jhon, sentei do lado da piscina e inundei-a de lágrimas.

Aí eu levantei, coloquei um cd tranqüilo pra rodar, abri meu suco, peguei meu pão e vim pra frente do computador descontar toda minha raiva nesse texto antes que mais alguma coisa aconteça.
Ninguém merece. Né.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

"fique mais que eu gostei de ter você..."

Eu tenho dormido tarde, acordado cedo. Tenho lido tudo aquilo que descubro que te interessa e que me interessa. Habituei minha escrita como aquelas dos autores interessantes e cults que costumam intreter o teu dia e ainda por cima penso em ti por horas a fio. Ora, ora. De onde vem tudo isso?! Sei que não paro. E tomo banhos de madrugada, leio leio leio leio. E se ao fim de tudo sobrar um belo nada ao menos terei um pouco mais de conhecimento literário, o que não é tão ruim assim. Eu sei que caminho por caminhos conhecidos vagando em pensamentos soltos na ideia de que seria interessante te ver. E eu fui bastante ruim naquele dia. Ou seria noite. Não lembro. Lembro, mas prefiro não lembrar porque o esquecimento talvez seja uma boa forma de lembrança. Quando se tenta esquecer, se lembra. Será que ainda lembra? Espero que sim, ou fico pedindo que não para que não venha toda aquela sofreguidão novamente.
Queria levar a vida entre os tabacos lentos e os conhaques densos, como disse aquele autor que de nós é conhecido. Mas eu não bebo. Pelo menos ainda. Posso incluir nos meus planos de vida, na minha maldita e sistemática lista de ações. Eu não tenho uma lista de ações, mas busco justificar minhas atitudes em uma dessas pseudo-listas pra me sentir menos culpado. É engraçado e consegue beirar o ridículo mas eu nunca disse que não era ridículo. E as ilusões, pessoa, foi tu quem plantou. Ah, eu não contei ainda? Costumo culpar as pessoas mais próximas pelos acontecimentos mais importantes. Mas somente quando são acontecimentos não muito agradáveis, os bons eu deixo o mérito pro ego capricorniano. Ok. Isso também faça parte do jogo de ilusões, porque eu não sei se eu contei mas eu costumo fantasiar também. Nossa, acabo de me sentir desinteressante e horrível. Posso conviver bem com isso, outro fato. Não sei se tudo que foi dito faz algum sentido, o que foi dito naquele dia, ou noite já que não recordo, o que foi escrito aqui pode fechar com todos os fato ou não. Mas o que realmente fica dito é que eu tenho lido bastante, tenho dormido tarde, acordado cedo, tamado banhos de madrugada e faço planos de quem sabe te reencontrar, ouvir boas mentiras, sentir teu gosto e em seguida voltar tudo ao normal.

domingo, 19 de outubro de 2008

Só ele resgata, porque salvar...

Um fim de semana transparente mereceria um post em pêlo, totalmente desnudo de qualquer pudor ou barreira. Mas tudo bem, a gente sabe que o povo comenta o suficiente pra não ser necessário escrever tudo que se passou. Iniciou-se tudo lá. A noite, começou com chuva e terminou com chuva, o que não era surpresa pra quem caminhou com a amiga pelo centro atrás da apostila perdida (?). Foi se fazendo noite em meio a cidade cinzenta e molhada e o destino final era o mais esperado com toda certeza, não sabia-se porque. Mais gente, mais ligações e mais pressa. Pra quê?! A razão dá-se a quem tem! A noite começa. Pra variar abrimos a bodega, é sempre assim que já me acostumei. Me agrada. Gosto de ver a diferença entre "espaço que sobra" e "espaço que falta". Tinham também os famosos "paus-de-puta" que deram total sentido a toda aquela noite. Dentre bebidas por mim não bebidas, mas que nos meus tênis ficaram, toda aquela galere, o clima, as camisetas, as pessoas, os estilos, suor, saliva, olhos, mãos, sim e não, durou tempo suficiente.

Então, bora trazer mais um fim de semana? Eu sou parceiro.

sábado, 18 de outubro de 2008

Desconectando

Não se deve julgar um livro pela capa, realmente.

A vida tem dessas coisas, não é mesmo? As coisas acontecem como se mais nada acontecesse (?) e tudo toma nova forma, novo conteúdo.
Tantas palavras ditas. E benditas as bem ditas palavras. Toma o meu pensamento por completo e desaba qualquer pretensão.

Está aberta a temporada de posts desconexos. Enjoy, guy.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

A máscara cai. Sempre cai.

E alguém percebeu, o que talvez eu tente esconder. Ela percebeu que eu tenho me tornado "reticente", ou seja lá o termo correto que foi usado na hora, já não me lembro, mas foi algo do gênero.
Superficial, acredito que seria a expressão que eu usaria. Aí eu penso o quão preocupante isso pode ser, já que nossa relação é tão somente profissional. Chefe e subordinado. Mas é nessas horas que a gente percebe que algumas pessoas nos dão mais valor do que pensamos e ainda tem um carinho bem maior do qual imaginávamos. E lá eu tenho feito amizades incríveis. E tenho me sentido bem, de verdade. As coisas estão se realizando e eu sei que tudo dá certo no final, mesmo que tenham alguns puxões de orelha e desabafos, precisamos crescer de alguma forma. O que me deixa tão 'raso' são os fatores externos que não se concretizam, que se concretizarão, ou não, e toda aquela filosofia de 'o que é nossa está guardado e basta esperar que acontece'. Esperar nunca foi o meu forte, mas eu tenho feito esse exercício.
Sigo esperando, sigo buscando e desejando cada vez mais. Vejamos ao fim de tudo o que estava certo, errado, pronto e precipitado. E a cara à tapa novamente, como sempre, mas com um largo sorriso.

Suspiros de esperança me acompanham!