Nesses dias é que eu me lembro de como é bom ter uma válvula de escape e poder despejar tudo o que eu preciso. Aqui, onde eu sinto o meu infinito ser tão pouco e muito do tanto que nem sei e todas as palavras já ditas e escritas e os sentidos cada dia mais sentidos. Não sei se é pela música que entra agora em minha mente ou se pela lembrança do brilho dos teus olhos ou ainda o teu sorriso que me faz sorrir mesmo naqueles dias em que nada da certo. De repente seja também aquele frio na barriga da expectativa por te ver ou ainda a alegria de falar contigo. Mas só alguns sabem como é sentir isso e não saber o que ainda está por vir.
O mais engraçado nisso tudo é ver o quando eu mudei nesse tempo todo. Talvez hoje nem eu mesmo me reconhecesse se me visse do passado pro futuro – e como se um dia isso fosse possível. Eu iria estranhar, certamente. Como disse, ma pessoa consegue mudar tanto para/por outra? Durante esse tempo todo eu me pego pensando “meu Deus quem é esse que eu guardo tanto em meu peito e poucos conseguem ver?” Isso me dói às vezes, eu confesso, mas se não trouxesse a dor com a felicidade talvez também não fizesse a melodia de todas as tuas palavras tão malucas, que me fazem pensar que não existe nada mais apropriado para esse momento do que o som que eu ouço e não pára, não pára para nascer outro dia sem que você passe.
“Why do you let me stay here?” é o que a moça pergunta na música. Nem ela e muito provável nem eu e nem tu saibamos responder. A causa eu não questiono. Eu sei que o caminho me lembra de ti. Sei que essa música me parece tão agradável que poderia ouvi-la sendo cantada pela tua voz, pelos teus lábios que me causam falta de ar ou pela possibilidade de estar contigo nesse momento de um próximo dia, de uma hora que não vai ter hora pra acabar, tudo que precisamos e queremos e merecemos.
Talvez eu esteja um pouco demais, talvez a leitura devesse me cansar e não me estimular a escrever e talvez nem tome conhecimento desse texto que surgiu como mais um grito da minha mente pedindo socorro, te pedindo abrigo e uma dose mais forte.
O mais engraçado nisso tudo é ver o quando eu mudei nesse tempo todo. Talvez hoje nem eu mesmo me reconhecesse se me visse do passado pro futuro – e como se um dia isso fosse possível. Eu iria estranhar, certamente. Como disse, ma pessoa consegue mudar tanto para/por outra? Durante esse tempo todo eu me pego pensando “meu Deus quem é esse que eu guardo tanto em meu peito e poucos conseguem ver?” Isso me dói às vezes, eu confesso, mas se não trouxesse a dor com a felicidade talvez também não fizesse a melodia de todas as tuas palavras tão malucas, que me fazem pensar que não existe nada mais apropriado para esse momento do que o som que eu ouço e não pára, não pára para nascer outro dia sem que você passe.
“Why do you let me stay here?” é o que a moça pergunta na música. Nem ela e muito provável nem eu e nem tu saibamos responder. A causa eu não questiono. Eu sei que o caminho me lembra de ti. Sei que essa música me parece tão agradável que poderia ouvi-la sendo cantada pela tua voz, pelos teus lábios que me causam falta de ar ou pela possibilidade de estar contigo nesse momento de um próximo dia, de uma hora que não vai ter hora pra acabar, tudo que precisamos e queremos e merecemos.
Talvez eu esteja um pouco demais, talvez a leitura devesse me cansar e não me estimular a escrever e talvez nem tome conhecimento desse texto que surgiu como mais um grito da minha mente pedindo socorro, te pedindo abrigo e uma dose mais forte.
